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Um relatório judicial preliminar divulgado hoje, quarta-feira, revela que a Procuradoria carece de provas suficientes para indiciar o primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, no caso de corrupção em que ele é investigado, informou a televisão israelense. O Canal 2 da televisão pública divulgou detalhes do relatório elaborado por um grupo de especialistas designados pelo procurador-geral, Menahem Mazuz, que investiga se o premier israelense pode ser acusado em um escândalo de fraude. Ariel Sharon assim como um de seus filhos, Guilad, está envolvido no ccahamado "Caso da Ilha Grega", que investiga se a posição política do primeiro-ministro influiu em supostos favores que um empresário fez a sua família. Os investigadores disseram que o investidor usou Guilad em 1999 e lhe pagou grandes somas de dinheiro para persuadir seu pai, então ministro do Exterior do governo de Bejamin Netanyahu, para promover milionários negócios imobiliários, entre eles um complexo hoteleiro em uma ilha grega. Tanto o chefe do Executivo israelense como seu filho negaram ter transgredido as leis. EFE vh mn
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