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Allen Chahad
São Paulo - O Brasil goleou a China por 4 a 0 neste sábado, em Segwipo, na Coréia do Sul, pela segunda rodada do Mundial 2002. Roberto Carlos, Rivaldo, Ronaldinho e Ronaldo marcaram para a Seleção, que fica em posição muito confortável no Grupo C.
O time do técnico Luiz Felipe Scolari tem seis pontos e pode até ficar antecipadamente com uma vaga na próxima fase se a Turquia não vencer a Costa Rica neste domingo.
Caso os turcos consigam os três pontos, a Seleção precisa de apenas um na última rodada da primeira fase para assegurar a classificação em primeiro lugar para as oitavas-de-final do Mundial.
A Seleção fecha a primeira fase no Grupo C enfrentando a Costa Rica no dia 13, na cidade de Suwon. Já os chineses pegam a Turquia em Seul, também na quinta-feira.
O JOGO
O Brasil, desde o início de jogo, marcou pressão a saída de bola da seleção chinesa, que sentiu dificuldades para passar com a bola dominada da linha do meio-campo. Assim, os asiáticos só ameaçavam mesmo na correria dos contra-ataques.
Quando a Seleção tinha a posse de bola, o time do técnico Bora Milutinovic se fechava todo na defesa, impedindo que os atacantes chegassem dentro da área com a bola nos pés.
Assim, o Brasil aproveitou um lance de bola parada para abrir o placar. Ronaldinho foi derrubado na frente da área e o árbitro marcou falta. Roberto Carlos soltou uma bomba e acertou o ângulo direito do goleiro Jiang.
Depois do gol, a China se fechou ainda mais na defesa. Não ofereceu nenhum perigo, mas também dificultou as jogadas brasileiras.
Mas, de tanto insistir, a Seleção ampliou aos 31. Ronaldinho colocou a bola na pequena área para Rivaldo, que tocou de esquerda para marcar seu segundo gol no Mundial.
Em seguida, o Brasil só chegou depois de uma bela jogada individual de Ronaldo. Ele invadiu a área, passou por dois marcadores e foi derrubado. O árbitro marcou o pênalti, que Ronaldinho cobrou com categoria e fez o terceiro brasileiro.
No segundo tempo, a Seleção diminuiu o ritmo. Mas, com a fragilidade da defesa chinesa, Ronaldo marcou o seu aos 9. Cafu fez bela jogada individual pela direita e cruzou rasteio na pequena área. O atacante só empurrou para as redes.
Aos 15, quase a China deu o troco. Zhao recebeu na entrada da área, driblou Lúcio e bateu cruzado. A trave salvou o goleiro Marcos.
Felipão, que já havia trocado Ronaldinho por Denílson no intervalo, colocou em campo Edílson e Ricardinho. O Brasil seguiu pressionado a China, que quase não tocou na bola depois dos 20 minutos da segunda etapa.
Já depois dos 30 minutos, a Seleção, em ritmo de treino, apenas tocou a bola no campo de ataque e esperou o apito final.
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